Todo relacionamento passa por momentos difíceis. Altos e baixos são frequente mesmo nos casais mais apaixonados. O que diferencia o casal que está junto há 50 anos, daquele que não conseguiu se manter juntos nem 3 meses após o casamento, é justamente a capacidade de atravessar - ileso- os momentos difíceis.
Pensando nisso, Benissimo te dá algumas dicas sobre como identificar os sinais de quando o relacionamento não anda bem, e ainda te mostra o que fazer para recuperar a chama daquela paixão do início do namoro!
Distância, também conhecida como solidão a dois. Quando se está apaixonado, no auge do amor, os enamorados adoram trocar mensagens frequentemente. Além disso, qualquer “desculpa” vale para justificar uma visita em um horário diferente.
Quando o relacionamento vai mal, o inverso assola o casal. Por exemplo, ela prefere ir ao salão 3 vezes por semana, enquanto ele tende a ficar na academia até o último minuto.
Quando o(a) parceiro(a) diz uma coisa mas faz outra. Neste caso, o enamorado prefere dar mais credito às palavras do que ao que sente... Exemplo: Ele faz juras de amor eterno, mas não te está ao seu lado nos momentos difíceis. Ou, ela prefere dar atenção às amigas, ou à família, mesmo que tenha prometido fazer o prato favorito do parceiro naquela noite.
Atenção, a pessoa preterida sempre JURA não ter percebido nada, por isso, atenção redobrada com estes tipos de comportamento.
Sinais estão aí para orientar os envolvidos e devem ser encarados como aliados que podem ajudá-los a manter aspectos da relação que vão bem, e rever aqueles que não funcionam mais.
Muitas vezes o medo de enxergar a realidade, ofusca os sentidos de uma das partes do casal, portanto, não se deve temer enfrentar o problema de frente. Nesse sentido, estar atento a mudanças de comportamento, atitudes evasivas, olhares enfastiados, sensação de estar a falar sozinha, enfim, tudo aquilo que em geral o apaixonado não quer ver, é essencial para poder salvar um relacionamento que está enfraquecido.
Ok, você percebeu estes sinais, quer resolver. E agora? O que fazer?
A conversa ajuda em alguns casos. Mas a dica especial vai para as mulheres, já que os homens são naturalmente aversos à conversa (salvo raras exceções): mudança no comportamento ou atitudes acaba sendo mais eficaz.
É preferível uma realidade menos romântica do que um romance irreal. O casal só torna-se forte e adquire cumplicidade quando é capaz de passar juntos pelas situações prazerosas e também as mais conflituosas (que geralmente são em torno de família, ou dinheiro).
Conclusão: Não é chantagem, filho, ou dependência emocional ou financeira que mantem um casal unido, mas sim a boa e velha cumplicidade! Sem ela, cada um vive seus sonhos isoladamente e a qualquer momento pode acordar... sozinho!